•3 de janeiro de 2011 • Deixe um comentário

como já não há para mim mais o alto da torre, este blog para por aqui. talvez comece algo velho-novo em turgescência.

 

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dia de plantão

•19 de agosto de 2010 • Deixe um comentário

metafosfórico.

dias de seca

•12 de agosto de 2010 • 1 Comentário

palavrinha indelével nas cabeças brasilienses. impulso de dizer “dias secos, vida seca”. mas o som é menos que prosaico e o significado não confere com a função universo atual R universo alvo. meu domínio sofreu, ano passado, de secura, sim. depois conseguiu umas e outras gotas salvadoras. muitos episódios e pessoas mais ou menos esparsas foram salvadores homeopáticos da princesa, ainda no alto da torre. agora se prepara para a descida. viu os sinais de fumaça. foram inalados. a torre não tem flecha do tempo, só um pêndulo de trajetória astigmática. viaja por entre universos cheios de monstros, sua nave: tardes. por através de janelas. sempre de longe olhando nos olhos da sua nêmesis, companheira das horas confusas. as horas de comer venenos vários, as horas de presentes supressos, as horas de torturar nervos ópticos e nervos outros. de deformações dentárias ao acordar. os sinais de fumaça no passado e no futuro: ora como aviso, ora como louros de libertação. o chão, que da janela é ouro, de perto é fumaça latente, sinal de vida.

dia de cafeína

•28 de julho de 2010 • Deixe um comentário

acordei cedo depois de dormir cedo. nem precisava de cafeína, tomei só pelo prazer. assim não dá tique nervoso. café de manhã, chimarrão à tarde. e coisas mil. sinapses, avante… pelo amor de kamehameha.

dia de multimodalidades

•16 de julho de 2010 • Deixe um comentário

num mundo contrafatual w’ acessado pelo mundo atual w, é obrigatório que seja possível que seja necessário que eu creia mais em mim.

dias de jogral

•25 de maio de 2010 • 3 Comentários

recapitulo: sem esmerilhar, com soluços episódicos

episódio: capitaneio no mar incluso, for a fortnight

soluciono: jogo sem tabuleiro, mate por escanteio

entabulo: peças pelos cantos, brados pelas cordas

e as duas margens não se fizeram encontrar na terça.

dia de polissemias

•12 de maio de 2010 • 4 Comentários

imagina uma nuvem dessas como na foto. parecem explosões congeladas. quando ouço ou leio uma palavra interessante, o que acontece é uma pequena explosão de campo semântico que posso congelar ou não. acho bonito dar pausa nesses microprocessos, quase tanto quanto olhar nuvens. e acontece que, quando fico imersa demais em informação, passo ao largo do botão de pausa. aqui na minha fantasia ele não só faz parar as coisas para apreciação como também aciona a pele fina que tem a caixa de ressonância onde processo timbres, texturas, olhares e incertezas. por isso sinto vontade agora de empreender uma economia informacional e deixar que as multiplicidades me ocorram por meio de explosões e que não me venham processadas e classificadas fazer cárie no meu espírito.